"Há dez anos era o requinte do alternativo. Depois, o Lux foi-se adaptando à biodiversidade da cidade, e os públicos começaram a misturar-se, o que criou primeiro a snobeira do cliente de elite, e depois a eliminação gradual dos menos fiéis. Agora, o Lux é tudo e sempre mais alguma coisa. Mesmo que a cidade exija uma nova alternativa, nunca poderia existir um segundo Lux na cidade, apenas uma cópia deficiente ou o outro lado do espelho. O Lux não é bem uma discoteca, é mais um bairro. E, no bairro, todos se conhecem pelo nome".
Sobre refeições escolares
-
Uma das indignações destes últimos dois dias nasce de uma notícia da Lusa
(esquerdista, anti-clerical e demagógica, como é costume) que foi adoptada
por ...
Há 1 dia

Sem comentários:
Enviar um comentário