"Há dez anos era o requinte do alternativo. Depois, o Lux foi-se adaptando à biodiversidade da cidade, e os públicos começaram a misturar-se, o que criou primeiro a snobeira do cliente de elite, e depois a eliminação gradual dos menos fiéis. Agora, o Lux é tudo e sempre mais alguma coisa. Mesmo que a cidade exija uma nova alternativa, nunca poderia existir um segundo Lux na cidade, apenas uma cópia deficiente ou o outro lado do espelho. O Lux não é bem uma discoteca, é mais um bairro. E, no bairro, todos se conhecem pelo nome".
Não sou "abrileiro"
-
Recordo bem esse dia 25 de Abril de 1974 em que o Liceu parou, e recebemos
a inesperada e festejada notícia de que não havia aulas. Recordo os tempos
seg...
Há 1 dia

Sem comentários:
Enviar um comentário