"Há dez anos era o requinte do alternativo. Depois, o Lux foi-se adaptando à biodiversidade da cidade, e os públicos começaram a misturar-se, o que criou primeiro a snobeira do cliente de elite, e depois a eliminação gradual dos menos fiéis. Agora, o Lux é tudo e sempre mais alguma coisa. Mesmo que a cidade exija uma nova alternativa, nunca poderia existir um segundo Lux na cidade, apenas uma cópia deficiente ou o outro lado do espelho. O Lux não é bem uma discoteca, é mais um bairro. E, no bairro, todos se conhecem pelo nome".
Temos aquilo que merecemos (já vos tinha dito)
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"Sabemos, por instinto, que isto não chega. Que é preciso haver alguém. Um
agente. Um procurador. Alguém que, em nome do “nós”, esteja diante dos
outros...
Há 1 dia

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