Há um ano, passei uma semana nos lagos da Finlândia. O país é uma paz de alma, por isso surpreende que, subitamente, um jovem decida pegar numa arma e matar nove estudantes, como sucedeu esta manhã numa escola a norte de Helsínquia.
Como diz um dos mais esclarecidos amigos meus, terá sido decerto um jovem contratado pela Administração Interna da Finlândia para garantir assim um índice mínimo de criminalidade que justifique a existência de braços de autoridade no país.
Em relação a isso, Portugal funciona com melhor eficiência: ninguém precisa de pagar aos bandidos para eles assaltarem bancos ou multibancos, basta deixar-lhes a costa livre para assim se criar na nação um clima de terror que imediatamente convoque medidas repressivas de autoridade extrema nos cidadãos e agentes do Estado.
Mitos persistentes no sector imobiliário
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Como a lógica e a informação existente não chegam para defender as teorias
de que o mercado imobiliário não evolui de acordo com as regras gerais do
merc...
Há 5 horas

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