"Há dez anos era o requinte do alternativo. Depois, o Lux foi-se adaptando à biodiversidade da cidade, e os públicos começaram a misturar-se, o que criou primeiro a snobeira do cliente de elite, e depois a eliminação gradual dos menos fiéis. Agora, o Lux é tudo e sempre mais alguma coisa. Mesmo que a cidade exija uma nova alternativa, nunca poderia existir um segundo Lux na cidade, apenas uma cópia deficiente ou o outro lado do espelho. O Lux não é bem uma discoteca, é mais um bairro. E, no bairro, todos se conhecem pelo nome".
Tempestade cerebral...
-
"Mas há um sentido mais existencial, e por isso mesmo mais grave, na queda
de um príncipe. Não é apenas, nem sequer é sobretudo, a ideia de monarquia
que...
Há 12 horas

Sem comentários:
Enviar um comentário