Sempre achei que o futuro para a carreira de Rui Reininho estaria nas mãos de Armando Teixeira (Balla, Bulllet). Há anos que se percebia a divisão ideológica dentro dos GNR, com Reininho a propôr uma via mais melódica e performática, do género Popless, que os restantes membros não conseguiam garantir ou encaixar.
A sorte de Reininho foi ter caído nas graças de Armando Teixeira, que tem uma espécie de toque de Midas da pop, transformando em luxo aquilo que originariamente poderia ser lixo.
Segundo o Diário de Notícias de hoje, o novo álbum de Reininho chama-se Companhia da Índias, sai a 2 de Dezembro, e tem ainda as colaborações de Rodrigo Leão, Paulo Furtado, Margarida Pinto (Coldfinger), João Pedro Coimbra (Mesa) e Alexandre Soares (um dos originais dos GNR). A mim parecem-me talvez "especiarias" a mais, mas o Natal quer-se assim, doce e condimentado.
O mundo não é, nem nunca foi, a preto e branco
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Para preencher tempo, vi o filme "os três da vida airada", na RTP Memória.
É o que se espera de um filme de 1952, de Perdigão Queiroga, manifestamente
ap...
Há 1 dia

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